Em nota, Prefeitura de São Roque alega que não há risco de desabamento em teto de escola escorado com vigas de madeira

A Prefeitura de São Roque divulgou uma nota à população informando que a situação do teto da escola  Euclides de Oliveira, localizada no bairro Canguera, escorado com vigas de madeira com problemas estruturais há pelos menos 5 meses conforma apurações do Correio do Interior, não oferece risco de desabamento e que p problema só foi informado há um mês pela direção da escola.

A nota ainda diz que o departamento de planejamento da prefeitura solicitou a vistoria técnica do local e que engenheiros do departamento estiveram na unidade escolar, para acompanhar o caso, assim como foi acionada a Defesa Civil, que também esteve no local.

Os engenheiros Fredy Willian Correia Vieira e Pedro Benassi, junto ao diretor de obras da prefeitura Antonio Augusto Godinho, constataram o problema porém, sem risco de desabamento ou situação semelhante e que o suporte no teto  foi colocado por motivo de precaução.

A Defesa Civil destaca que não há necessidade de isolamento da área, pois não há risco de abalo estrutural, especialmente com a instalação dos pontaletes de escoramento. Ao final da note a prefeitura também informou que  já contratou uma empresa que irá realizar os serviços de reparo a unidade e que execução dos trabalhos só será feita durante o período de recesso escolar, afim de evitar transtornos e até risco aos alunos.

Preocupação dos pais 

De acordo com os pais dos alunos o problema ocorre há muito tempo e a colocação das vigas para que o teto tenha maior sustentação só aumenta  a preocupação com estudantes.

O pai de um estudantes que falou com a reportagem do Correio do Interior, ressaltou que a preocupação dele não é apenas com seu filho mas com a segurança de todos os demais estudantes. A principio eles esperam que uma providência seja tomada pela prefeitura da cidade em que possa transferir as atividades escolares da escola para uma outra unidade, para que o problema seja reparado de uma vez.

Em 2012 a escola passou por uma reforma em um gasto total de  R$ 2,6 milhões, sendo construída 11 salas em uma ala com pouco mais de 900 metros quadrados.

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