Vagas nas creches de Mairinque serão unificadas e feitas na Secretaria de Educação

Os novos cadastros para as vagas nas creches municipais de Mairinque serão realizados a partir deste mês por meio de uma lista de espera unificada. O procedimento será feito na Secretaria de Educação e Cultura localizada na Rua Joaquim de Oliveira, nº 410 – Jardim Cruzeiro, das 9h às 17h.

Neste modelo de organização das vagas, o cidadão poderá assinalar mais de uma creche de interesse, onde será considerado o critério de proximidade para o seu preenchimento.

Os documentos necessários para os novos cadastros são: certidão de nascimento da criança, RG ou documento com foto e o comprovante de endereço em nome do responsável, além do preenchimento da ficha cadastral.

A Secretária de Educação, Profª Rita Sarti Benatti, explica que essa alteração foi feita para monitorar a demanda e com a centralização do serviço facilitará o encaminhamento da criança para a região mais próxima de sua residência. “Antes, as mães precisavam ir diretamente às creches para buscar as vagas, porém com o novo modelo de inscrições os interessados poderão indicar mais de uma creche aumentando assim a oportunidade de atendimento.

Rita ainda comenta que a unificação da lista foi feita para garantir que mais pessoas possam ter acesso ao serviço oferecido no município. “Com essa unificação, no momento de cadastro, os pais já informam quais creches poderiam atender suas necessidades.

Vale lembrar que em caso de desistência, o pai ou responsável deverá comparecer a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, no prazo de 48 horas, para formalização.

O contato para o chamamento será realizado pelo telefone informado na ficha cadastral, sendo de extrema importância a atualização cadastral sempre que houver alterações dos dados do responsável.

Escolas de Mairinque retornam aulas nesta terça-feira (05)

Nesta terça-feira (05), as escolas da rede municipal de Mairinque devem retornam as atividades escolares, após a paralisação dos caminhoneiros que afetou diversos setores e áreas.

As cidades vizinhas retornam as atividades nesta segunda, mas o município de Mairinque informou na não poderia manter as atividades para essa nova semana em razão da falta de gás de cozinha, para manter alimentação dos estudantes, porem conforme o setor de educação informou anterior ao Correio do Interior, essa situação estava sendo trabalhando para que fosse regularizada o quanto antes, o que aconteceu já no início da tarde desta segunda, garantindo a normalidade das atividades.

O transporte escolar ao estudantes também voltam a normalização.

Em nota, Prefeitura de São Roque alega que não há risco de desabamento em teto de escola escorado com vigas de madeira

A Prefeitura de São Roque divulgou uma nota à população informando que a situação do teto da escola  Euclides de Oliveira, localizada no bairro Canguera, escorado com vigas de madeira com problemas estruturais há pelos menos 5 meses conforma apurações do Correio do Interior, não oferece risco de desabamento e que p problema só foi informado há um mês pela direção da escola.

A nota ainda diz que o departamento de planejamento da prefeitura solicitou a vistoria técnica do local e que engenheiros do departamento estiveram na unidade escolar, para acompanhar o caso, assim como foi acionada a Defesa Civil, que também esteve no local.

Os engenheiros Fredy Willian Correia Vieira e Pedro Benassi, junto ao diretor de obras da prefeitura Antonio Augusto Godinho, constataram o problema porém, sem risco de desabamento ou situação semelhante e que o suporte no teto  foi colocado por motivo de precaução.

A Defesa Civil destaca que não há necessidade de isolamento da área, pois não há risco de abalo estrutural, especialmente com a instalação dos pontaletes de escoramento. Ao final da note a prefeitura também informou que  já contratou uma empresa que irá realizar os serviços de reparo a unidade e que execução dos trabalhos só será feita durante o período de recesso escolar, afim de evitar transtornos e até risco aos alunos.

Preocupação dos pais 

De acordo com os pais dos alunos o problema ocorre há muito tempo e a colocação das vigas para que o teto tenha maior sustentação só aumenta  a preocupação com estudantes.

O pai de um estudantes que falou com a reportagem do Correio do Interior, ressaltou que a preocupação dele não é apenas com seu filho mas com a segurança de todos os demais estudantes. A principio eles esperam que uma providência seja tomada pela prefeitura da cidade em que possa transferir as atividades escolares da escola para uma outra unidade, para que o problema seja reparado de uma vez.

Em 2012 a escola passou por uma reforma em um gasto total de  R$ 2,6 milhões, sendo construída 11 salas em uma ala com pouco mais de 900 metros quadrados.

Estudantes enfrentam risco de desabamento de teto em escola da rede municipal de São Roque

Estudantes de uma escola da rede municipal de São Roque estão enfrentando um risco na unidade escolar Euclides de Oliveira na bairro Canguera, isso porque  o espaço para recreação e alimentação dos alunos está com problemas no teto, sendo escorado por vigas de madeira.

O problema  é que o teto do local pode vir a desabar, situação que segundo os pais dos alunos ocorre há muito tempo e que a defesa civil da cidade em vistoria com técnicos, orientou a colocação das vigas para que o teto pudesse ter maior sustentação, mas que mesmo assim não deixa de dar preocupação constante aos pais dos estudantes.

Um dos pais do estudantes que falou com a reportagem do Correio do Interior, ressaltou que a preocupação dele não é apenas com seu filho mas com a segurança de todos os demais estudantes.

A principio eles esperam que uma providência seja tomada pela prefeitura da cidade em que possa transferir as atividades escolares da escola para uma outra unidade, para que o problema seja reparado de uma vez. Esta reportagem foi enviada à prefeitura da cidade e aguarda por uma resposta para os populares.

Em 2012 a escola passou por uma reforma em um gasto total de  R$ 2,6 milhões, sendo construída 11 salas em uma ala com pouco mais de 900 metros quadrados.

Índios Tupis-guaranis visitam escola municipal em Mairinque e promovem atividade com estudantes

A Escola Municipal Professor Manoel Martins Villaça recebeu nesta terça-feira (24), a visita de uma família de índios Tupis-guaranis para comemorar o Dia do Índio. A família de Tupis Guaranis é originária da cidade de Barão de Antonina (localizada a 380 quilômetros de São Paulo), onde existem diversas outras comunidades indígenas.

Supervisores pedagógicos da Secretaria de Educação também acompanharam a atividade, que mobilizou todos os funcionários da escola municipal.

Vestidos a caráter, os Tupis-guaranis promoveram entre os estudantes do 1º e do 2º ano, danças, cantos e brincadeiras típicas da comunidade e o idioma da comunidade. Junto com as brincadeiras, os indígenas aproveitavam para conscientizar as crianças sobre o meio ambiente.

A assistente de direção da escola, Professora Raquel Segura, enaltece a importância da participação das comunidades indígenas nas atividades do Dia do Índio. “Comemorar o Dia do Índio é apresentar a cultura nativa do nosso Brasil para as novas gerações e dizer que isso faz parte da nossa história, que é importante para nós”.

Raquel enfatiza que todo este trabalho é resultado de um esforço conjunto entre pais e escola. “A vinda desta tribo é graças ao trabalho da Associação de Pais e Mestres – APM em conjunto com a Escola, que pôde trazer os representantes da tribo e enriquecer ainda mais a experiência das crianças e seu aprendizado, mostrando os costumes, falas e brincadeiras que até o momento eles só veem nos livros e na internet”.

Entre os indígenas, Lucélia de Lima é professora e mãe da pequena Mel. Além de atuar na rede básica de ensino em sua cidade, ela trabalha com a comunidade Tupi-guarani em apresentações e divulgação da cultura. Kunha Poty Parai, como é conhecida na tribo, comenta que trabalhar com as crianças atividades como essas, são bem mais simples e educativas do que lidar com esses assuntos em sala de aula. “As crianças se soltam mais fora da sala de aula e exploram mais as brincadeiras. Como educadora eu posso afirmar que elas aprendem e se divertem mais dessa maneira”.