Com bons índices na área da saúde e educação, São Roque está entre os 431 municípios do país com bom desenvolvimento

A FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, divulgou na última semana o índice de Desenvolvimento Municipal (IFDM), dos municípios brasileiros, que mostra que São Roque segue com alto desenvolvimento em saúde e educação, apesar de ter caído 111 posições com relação ao índice anterior de 2015. O IFDM atual da cidade tem como base os dados oficiais de 2016, sendo esse os disponíveis na pesquisa.

A cidade está entre os 7,9% dos municípios brasileiros com alto desenvolvimento. Porém, São Roque – que teve sua melhor classificação no IFDM de 2010, quando ocupava a 117ª colocação nacional – agora figura na 297ª posição nacional e na 137ª estadual.

Dentro da avaliação São Roque mostrou  bons resultados na área de saúde e educação, mas na questão de emprego e renda a cidade apresentou índice moderado de 0,6509 pontos, mas que o coloca a cidade dentro do grupo dos 431 municípios com bom desenvolvimento, entre os 5.471 municípios avaliados.

Em 2010 o mesmo índice moderado de emprego e renda era de 0,8580 sendo considerado alto dentro dos panoramas da Firjan. Contudo a queda pode ser justificada como reflexo de recessão econômica do pais ou até mesmo pela gestão pública da cidade nos últimos anos.

Para calcular o IFDM, a Firjan monitora as áreas de emprego e renda, educação e saúde com base nas estatísticas oficiais dos respectivos ministérios. O índice varia de 0 a 1, sendo que, quanto mais perto de 1, maior o desenvolvimento.

Ficaram de fora da análise 99 cidades – três porque não tinham nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), cinco porque foram constituídas legalmente como municípios há três anos ou menos, e 91 porque tinham menos de dez empregados na administração pública.

Na contramão da medicina tradicional, clínica são-roquense é referência em medicina integrativa

Na contramão da medicina tradicional e ortodoxa, terapias alternativas estão ganhando cada vez mais espaço em hospitais públicos e privados de todo o Brasil. É a chamada medicina integrativa, que busca, através do melhor de cada vertente, promover o bem-estar dos pacientes e chegar o mais próximo possível da perfeição médica.

Voltando um pouco a tempos remotos em que existiam os chamados “médicos de família”, a medicina integrativa busca tratar o paciente como um todo e não apenas continuar com a ideia de que os especialistas enxergam os pacientes apenas como o órgão da especialidade em que clinicam. Uma paciente com câncer de mama, por exemplo, precisa de acompanhamento psicológico também para que o diagnóstico e o tratamento sejam feitos com sucesso. O ser humano, visto e tratado como um todo (corpo, mente e espírito), tem chances maiores de cura e de qualidade de vida.

As especialidades que compõem a medicina integrativa são a medicina tradicional, também conhecida como alopatia, e as terapias alternativas mais variáveis possíveis como: musicoterapia, homeopatia, acupuntura, uso de fitoterápicos, aromaterapia, técnicas de respiração, meditação, quiropraxia, reiki, tai chi chuan, entre várias outras.

Até pouco tempo muito questionadas por estudiosos e especialistas na medicina, as terapias alternativas – agora muito chamadas de complementares – recebem cada vez mais atenção e certificação de eficazes se usadas em conjunto com a medicina tradicional. Atualmente já estão implantadas em diversos centros médicos e inclusive no SUS.

Em São Roque (SP), a medica Fonoaudióloga Beatriz Guntzel mantem uma clinica referencia na área e  e atende adultos, jovens e crianças, com a promoção, prevenção e tratamento da comunicação oral e escrita. Sua clínica fica em São Roque (SP), e ela explica que estas pessoas chegam ao consultório, geralmente por dificuldades escolares, problemas profissionais relacionados à fala ou mesmo em busca de reabilitação no pós-cirúrgico, AVCs, crises de labirintite, patologias vocais, déficit de atenção e hiperatividade, paralisias cerebrais, autismo e síndromes genéticas.

Durante seus 19 anos de atuação, no entanto, Beatriz verificou a necessidade de ir além do convencional, quando ela própria atravessou um problema sério de saúde – que considerou como um ‘chamado de alma’ – conduzindo sua carreira em direção a um olhar mais integral em relação aos processos de cura.

Resolveu, então, estudar e oferecer aos seus pacientes as inovadoras Técnicas da Medicina Integrativa, lançando mão dos tratamentos de Body Talk, Constelações Familiares, Mindfulness e Psych K – não só em casos necessariamente ligados à dificuldade de fala e escrita, como também em processos de autoconhecimento de crianças, jovens, adultos e idosos, nas mais diversas queixas físicas ou emocionais.

Beatriz promove Workshops de Constelações Familiares (terapia breve em grupo com foco nas resoluções dos conflitos) e Mindfulness (técnica de meditação com foco na atenção plena).

Beatriz relata:”atendo meus pacientes de forma individual, com o olhar integral à família e aos relacionamentos do paciente em geral. Recebo as mais diversas queixas e proponho sessões da Medicina Integrativa, de acordo com necessidades de cada um; não acredito em tratar apenas os sintomas, mas enxergo os sintomas e a própria doença manifestada, como a pontinha do iceberg no caminho da cura. Os resultados e oportunidades de autoconhecimento e mudanças são muito profundos”, avalia.

Médica são-roquense, Patrícia Bretz fala sobre sexualidade feminina e disfunções sexuais

Assuntos sobre a  sexualidade feminina é algo que tem muitos mistérios,  sobre esse assunto o Correio do Interior buscou com a médica Ginecologista Patrícia Bretz  de São Roque (SP), ‘desvendar’ tais questões, assim como ela também acredita que  este assunto vem sendo negligenciado e silenciado por anos e anos, diferente do que ocorre com a sexualidade dos homens.

Em primeiro lugar ela  acredita que o preconceito e a falta de informação são os principais fatores que contribuem para que a mulher não atinja o orgasmo ou tenha uma vida sexual sem a qualidade que todas merecemos.

Os dados são alarmantes. As disfunções sexuais acometem cerca de 80% da população feminina, em maior ou menor grau; sendo que os quadros mais severos atingem cerca de 30% desta população de acordo com dados da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Ele diz ainda que a maior parte das disfunções tem, sim, solução e que o primeiro passo é olhar de frente para o problema e procurar ajuda. A questão é que, por vergonha ou medo, muitas mulheres não relatam aos seus médicos suas queixas. Por outro lado, muitos médicos não abordam suas pacientes sobre esta questão. E é preciso virar este jogo.

Em casos mais graves é recomendável a Terapia, a Fisioterapia e o uso de medicamentos, como antidepressivos. Existe também um Aparelho a Laser, indicado para a vulva e vagina, utilizado em tratamentos como a Atrofia Vaginal e Vestibular, Síndrome Urogenital, Disparaurenia, Ressecamento Vaginal, Incontinência Urinária e até mesmo em questões estéticas, como Rejuvenescimento Vaginal, entre outros;  ou seja, contamos com muitas armas nesta luta.

Os hormônios, que podem ser ingeridos ou aplicados, e os avançados implantes hormonais podem ser verdadeiros aliados, pois melhoram muito a qualidade de vida da mulher que está entrando na Menopausa, ajudando toda sua convivência familiar.

O cérebro é nosso principal órgão sexual, no quesito fantasias e atrativo. Permita-se usar toda a criatividade e pensar em sexo. Livros e brinquedinhos eróticos podem e devem ser utilizados. Ensaios fotográficos mais ousados e troca de mensagens picantes, preparando o terreno, com seu parceiro também. Pontua ela.

Por fim, ela diz que aceitação e autoconhecimento são fatores importantes na sexualidade feminina, já que um quilo a mais ou a menos não deve jamais desmerecê-la e certamente, seu parceiro (a) não vai dar a menor importância. De toda forma, compre uma roupinha, faça esportes, entre em contato com a natureza, coloque um perfume, nem que seja para você mesma.  Equilíbrio é a palavra- chave!

Ferramenta de tratamento capilar faz sucesso e revoluciona mercado da beleza no interior de SP

Cuidados dos cabelos e do couro cabeludo não se resume apenas a lavar e secar. A tecnologia se desenvolveu e trouxe para o mercado de beleza diversas ferramentas para cuidar da saúde do cabelo de homens e mulheres.  A terapia capilar é um ramo dentro da tricologia (especialidade médica dentro da dermatologia), que previne e trata doenças do couro cabeludo e dos fios.

A terapeuta capilar Camila Anselmo, que mantem uma clínica capilar em Hortolândia, interior de São Paulo, explica que a terapia capilar não foca apenas na estética, mas também na saúde. “Ela é muito mais do que um tratamento estético que visa a melhoria visual dos fios. A terapia é também muito importante para manutenção da saúde de toda estrutura capilar, desde a prevenção e o combate de doenças ligadas ao couro cabeludo, por exemplo”, comentou.

Os principais tratamentos da terapia capilar são máscara de argila, massagem capilar, peeling capilar e fotobioestimulação. A escolha de qual método será utilizado depende do diagnóstico.

“A terapia está indicada para quem deseja melhorar o aspecto dos fios (cabelos porosos, opacos, quebradiços etc) ou até mesmo tratar caspa (dermatite seborréica), coceira e sensibilidade do couro cabeludo”, explicou Camila.

A terapeuta ainda explica que o tratamento é para todos. “Não tem contraindicação e faixa etária (até mesmo porque crianças também podem desenvolver doenças no couro cabeludo)”, afirmou a terapeuta.

Métodos utilizados na terapia capilar

Máscaras de argila 

As máscaras de argila podem ser indicadas em várias situações. Para aquelas pessoas que apresentam muita descamação como caspa, seborréia ou até mesmo psoríase, podemos usar argila verde e rosa. Esses produtos têm propriedades secativas e conseguem administrar a atividade das glândulas sebáceas no couro cabeludo.

Massagem capilar

A massagem capilar é um método complementar que fornece uma ativação da circulação local através de um estímulo mecânico. Associada a essa massagem podemos utilizar máscaras adequadas que impermeabilizam os fios e ao mesmo tempo nutrem o couro cabeludo, sem deixar um aspecto pesado e oleoso.

Peeling capilar

O peeling capilar é um método esfoliativo em que usamos um shampoo com microesferas. O shampoo é friccionado no couro cabeludo, associado a uma massagem, para remover impurezas e células mortas. Isso deixa o ambiente mais limpo e a circulação mais ativa, promovendo mais saúde no crescimento dos fios.

Fotobioestimulação

O laser de baixa fluência e o LED de luz vermelha são métodos não invasivos que favorecem a qualidade, a força e a espessura dos fios. Possui ação antinflamatória, acelera a divisão celular e a o crescimento do epitélio. Todos estes efeitos somados levam a diminuição da queda e aumento da fase anágena (fase de crescimento dos fios).

“Mediante a anamnese (análise e registro minucioso da situação do couro cabeludo e fios, bem como fatores que envolvem a alimentação, histórico de procedimentos capilares e até problemas de saúde) conseguimos identificar qual o melhor tratamento para cada caso. Com o sistema de “pacotes de tratamento”, que variam com o grau do problema do cliente, o mesmo estará sujeito a procedimentos como peeling de fios, estimulação do crescimento, limpeza do couro cabeludo, hidratação, entre outros”, comentou Camila.

“A clínica desenvolve também serviços de salão como coloração, corte & escova, luzes, tinturas entre outros serviços de beleza. O diferencial vem da inserção do trato terapêutico nestes procedimentos que, por natureza, desgastam e ressecam os fios e o couro cabeludo, comprometendo sua estrutura. Buscando evitar esses danos, fazemos o trabalho de prevenção, nutrição, hidratação e revitalização nos diversos tipos de cabelos”, finalizou.

Moradores de São Roque enfrentam dificuldade com atendimento em transporte para tratamento de saúde em outras cidades

Quem mora em São Roque e precisa de transporte do setor de saúde para realizar tratamento em outra cidade vive um verdadeiro dilema.

Isso porque alguma pessoas que necessitam do serviço relatam que há uma dificuldade grande em agendar o serviço, por falta de veículo. Por semana cerca de 50 pessoas fazem o uso do transporte, isso quando conseguem, já que a maioria dos carros específicos para levar os pacientes, encontram-se quebrados.

Alguns motoristas fazem o que podem para que todos tenham suas viagens atendidas, uma vez que se tratando de saúde a causa se torna uma missão para conseguir um carro, seja da prefeitura ou não.

Frequentemente é comum encontrar nas redes sociais publicações em que os pacientes pedem ajuda para que não tenham que faltar de consultas ou tratamentos pela falta de carro.  Um breve levantamento de informações do Correio do Interior, obteve informações de que muitos carros não só do setor de saúde, mas de outros setores para atendimento ao moradores estão quebrados há um longo período.

Outra informação é de que a prefeitura não pode mandar esses veículos para conserto, já que não tem dinheiro para tal finalidade, tendo acumulado dívidas com algumas oficinas mecânicas que se recusam a realizar o serviço até o pagamento dos débitos.

A falta de transporte ainda não é o único problema enfrentado, alguns pacientes que preferem não se identificar por medo de qualquer situação, dizem que um problema ocasiona outro, a logística feita, entre o ponto de um paciente para outro em hospitais e centros de tratamentos.

Pedimos a Prefeitura de São Roque um posicionamento sobre o caso e aguardamos por resposta.

Dia das mães em Araçariguama terá ação social em praça pública com serviços de beleza

Pautado no resgate da cidadania e na valorização do cidadão araçariguamense, a Prefeitura de Araçariguama, por meio do Fundo Social de Solidariedade em parceria com a Secretaria de Assistência Social, promoverá a primeira edição do evento denominado “Beleza na Praça”.

O evento faz parte da programação em comemoração aos 26 anos de emancipação político-administrativa da Cidade e, será realizado no próximo sábado (12), das 10h às 16h, na Praça Albertino de Castro Prestes – Praça da Matriz.

A atividade irá oferecer gratuitamente serviços de beleza como massagem, definição e limpeza de sobrancelhas, corte e escova de cabelos, maquiagem e manicure, e barbeiro por meio das oficinas do CRAS.

Aulão Master Zumba

E pensando na saúde e bem estar de toda população, no mesmo dia  a Prefeitura de Araçariguama realizará também um aulão Master Zumba, com a participação das alunas e aberta ao público. Não é preciso se inscrever e a entrada será gratuita!  O atendimento será no mesmo local do evento.

Número de idosos cresce 18% em 5 anos e ultrapassa 30 milhões em 2017

A população brasileira manteve a tendência de envelhecimento dos últimos anos e ganhou 4,8 milhões de idosos desde 2012, superando a marca dos 30,2 milhões em 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Características dos Moradores e Domicílios, divulgada hoje pelo IBGE.

Em 2012, a população com 60 anos ou mais era de 25,4 milhões. Os 4,8 milhões de novos idosos em cinco anos correspondem a um crescimento de 18% desse grupo etário, que tem se tornado cada vez mais representativo no Brasil. As mulheres são maioria expressiva nesse grupo, com 16,9 milhões (56% dos idosos), enquanto os homens idosos são 13,3 milhões (44% do grupo).

“Não só no Brasil, mas no mundo todo vem se observando essa tendência de envelhecimento da população nos últimos anos. Ela decorre tanto do aumento da expectativa de vida pela melhoria nas condições de saúde quanto pela questão da taxa de fecundidade, pois o número médio de filhos por mulher vem caindo. Esse é um fenômeno mundial, não só no Brasil. Aqui demorou até mais que no resto do mundo para acontecer”, explica a gerente da PNAD Contínua, Maria Lúcia Vieira.

Entre 2012 e 2017, a quantidade de idosos cresceu em todas as unidades da federação, sendo os estados com maior proporção de idosos o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, ambas com 18,6% de suas populações dentro do grupo de 60 anos ou mais. O Amapá, por sua vez, é o estado com menor percentual de idosos, com apenas 7,2% da população.